domingo, 22 de agosto de 2010

El publico de la Isla del Muerta




Jovens sedentos por boa música, cansados da baboseirada colorida do mainstream, basicamente isso. Nos famigerados espaços do subsolo, onde acontecem os shows, encontra-se desde os piratas mais imundos às princesinhas cansadas das aconchegantes almofadinhas que as retém em casa durante o dia; das pessoas mais interessantes, sabe essas que sabem conversar sobre tudo, ao boca aberta acostumado com a baba  que desce de sua boca todos os dias ao escutar a rádio.

"That's right kids, don't touch that dial!"

Diversas vezes nos pegamos conversando sobre os mais variados tipos de música, bluetooth-ando sons que de outra forma nunca iriamos encontrar por aí. Vide o texto sobre os sons presentes, aqui mesmo, no blog!

Sempre tem alguém que te conhece de algum canto, de algum outro show, de alguma banda, amigo de amigo de amigo, uma gatinha que te beijou em algum show, etc. Sei  é que sempre acaba todo mundo junto tomando uma boa cerveja e conversando sobre o que der na telha.

O público é extremamente variado, não chega a ser uma "balada gls" mas é possível ver algumas meninas se pegando, algum casal fazendo brincadeirinhas saudaveis dentro do carro e coisas do tipo. Digamos que seja La Ilha del Muerta de la ciudad!
Os assuntos nem sempre são sobre música, por careça que imrprivel! Nossos coiotes e abutres são provenientes de todas as classes sociais! Estão presentes nesses eventos geralmente membros de outras bandas, fans, andarilhos do rock, tem gente que sai do Butantã pra chegar na Zona  Leste, tem gente que sai  de São Bernardo do Campo pra chegar num pico ali na rodoviária Tietê, e assim por diante.

Mas o que se esperava?! É claro que o público foge aos padrões impostos pela mídia. Todo mundo super produzido, maquiado e etcs, não que não tenha, geralmente tem sim, mas em menor quantidade do que nas baladinhas por aí né... chapinha? só se for o vinho... quem é bonito é bonito sem produção! Aliás, não existe gente feia nesses picos, existem pessoas pouco alcolizadas!

Por: Marcos Guimarães Morais

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